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Empresas assinam contratos para construir VLT de Salvador

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Mais uma fase do processo de implantação do VLT (veículo leve sobre trilhos) de Salvador foi superada. O governo de Jerônimo Rodrigues (PT) assinou nesta quinta-feira, 6, o último contrato que faltava com as empresas que devem realizar a obra de instalação do novo modal de transporte da capital baiana.

A gestão estadual já havia oficializado como vencedores da licitação os consórcios Expresso Mobilidade Salvador, para o primeiro lote, do trecho entre a Calçada e Ilha de São João; Cetenco/Agis/Consbem, para o segundo lote, referente ao trajeto entre Paripe e Águas Claras; e Mota-Engil/OHLA/Meir, responsável pelo terceiro lote, no trecho entre Águas Claras e Piatã.

Na quarta, 5, o governo do estado já havia assinado os contratos com os consórcios Expresso Mobilidade Salvador e Mota-Engil/OHLA/Meir. Nesta quinta, foi a vez do grupo Cetenco/Agis/Consbem assinar o termo contratual com a gestão estadual baiana.

O contrato referente ao primeiro trecho terá duração de 40 meses, se encerrando em outubro de 2027. Já os outros dois acordos têm um prazo de 50 meses, o que incorreria no término em agosto de 2028.

Os três trechos do VLT de Salvador deverão custar, para os cofres do governo da Bahia, aproximadamente R$ 3,3 bilhões, sendo R$ 300 milhões a menos do que o previsto no lançamento do Edital de licitação.

Serão aproximadamente R$ 1,4 bilhão para o primeiro lote, em um trecho de 16,663 km de extensão; quase R$ 1,1 bilhão para o segundo lote, com trajeto de 7,5 km; e outros R$ 791 milhões para o último trecho do VLT de Salvador, de 10,52 km de extensão.

Com o cumprimento dos prazos previstos no Edital, a expectativa do governo Jerônimo agora é que as obras para a instalação do VLT de Salvador se iniciem já no próximo mês de julho.

Desde o cancelamento do contrato para a construção do antigo monotrilho do Subúrbio Ferroviário, com o Consórcio Skyrail, a construção do VLT de Salvador passou a ser uma prioridade para o governo do estado. Na avaliação do governador Jerônimo Rodrigues, a gestão estadual possui uma dívida com essa região da cidade, a ser paga com celeridade.