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Escola inova com ensino robótico em Paripe

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A Escola Estadual Sete de Setembro, em Paripe, promoveu nesta quinta-feira (5), uma solenidade de encerramento com a presença dos alunos e familiares. Nesta ocasião, a turma de robótica teve como paraninfo o professor e diretor da APLB-Sindicato, Luciano Cerqueira. O convite foi feito pelo professor Diógenes Ribeiro, diretor da UE em conjunto com o Colegiado Escolar do referido Estabelecimento Escolar. 

A Oficina de Robótica é um projeto desenvolvido pelo professor de Matemática André Neris, em parceria com a Escola Estadual Sete de Setembro e visa o ensino de eletrônica, programação de sistemas, projeto e construção de pequenos dispositivos robóticos para alunos do Ensino Fundamental.

Neste ano, foram desenvolvidos dois projetos de relevância social com o objetivo de proporcionar à pessoa com deficiência visual uma melhor qualidade de vida. No
primeiro trabalho, desenvolvido por alunos do 6º e 7º anos do ensino fundamental II, foi criado um protótipo de um semáforo inteligente, utilizando a tecnologia Arduino, que possibilita à pessoa com deficiência visual atravessar na faixa de pedestre sob orientação de recursos de áudio que orienta sobre a travessia na faixa de pedestre. Diante da relevância do projeto os criadores foram convidados para apresentar o experimento na Transalvador, onde receberam elogios por conta da importância do projeto.

Já o segundo trabalho, desenvolvido pelos alunos do 7º e 8º anos do ensino fundamental II teve como objetivo desenvolver um protótipo robótico, com tecnologia arduino, que possibilite ao deficiente visual ter um deslocamento de maneira autônoma e sem a utilização de bengala e lhe proporcionar qualidade de vida. Este trabalho estará representando a escola na Feira de Ciências da Bahia (FECIBA), na categoria Júnior Menor, sendo uma marco para esses dedicados alunos que terão seus experimentos apresentados em uma feira de ciência estadual, representando as escolas do Subúrbio Ferroviário de Salvador.

Os projetos supra citados, demostram o protagonismo desses alunos e a preocupação em propor soluções tecnológicas para beneficiar a sociedade, em particular a pessoa com deficiência visual.